Celebrada anualmente em meados de maio, a Semana Nacional dos Museus é uma das maiores ações culturais do país. Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a iniciativa mobiliza centenas de instituições em todo o território nacional para aproximar a sociedade desses espaços que guardam nossa história, expressam a diversidade e provocam reflexões fundamentais sobre o amanhã.

Para o Banco da Amazônia, apoiar e debater a relevância dos museus significa enxergar esses centros como motores vivos de educação, inclusão social e fortalecimento da identidade da Região Norte, conectando a nossa ancestralidade com as novas gerações.

Museus como centros de pesquisa e educação

Existe um mito comum de que museus servem apenas para olhar para trás. Na realidade, eles funcionam como espaços dinâmicos de aprendizagem ativa. Na Amazônia Legal, essa relevância ganha contornos ainda mais vitais.

Os museus da nossa região guardam registros de mudanças climáticas históricas, preservam os saberes botânicos e medicinais das comunidades tradicionais e ajudam cientistas do mundo inteiro a compreender a evolução e a riqueza da sociobiodiversidade amazônica.

Quando uma escola visita um museu, a história ganha voz, os ecossistemas ganham rostos, e o sentimento de pertencimento se fortalece no peito dos jovens estudantes.

Acessibilidade e democratização cultural

A Semana Nacional dos Museus também nos convida a pensar sobre o acesso. De que adianta deter um dos maiores acervos culturais do mundo se ele estiver distante do grande público?

A democratização da cultura atua diretamente na redução de desigualdades, transformando o conhecimento que antes ficava restrito a poucos em um patrimônio público e acessível.

O Banco da Amazônia e o fomento à cultura regional

Como principal parceiro estratégico do desenvolvimento sustentável do Norte do Brasil, o Banco da Amazônia entende que o crescimento econômico só é real se vier acompanhado do fortalecimento social e cultural. Por intermédio de incentivos e editais públicos de cultura, a instituição apoia ativamente a preservação da memória local.

Nosso compromisso se reflete na manutenção de espaços dedicados à difusão artística, no patrocínio a exposições que valorizam os artistas da terra e no suporte a projetos que registram as manifestações populares, desde o artesanato de tradição marajoara até as narrativas visuais contemporâneas. Ao investir na cultura, o banco garante que o orgulho de ser amazônida continue sendo transmitido e valorizado globalmente.

Visite um museu neste fim de semana!

Aproveite o movimento da Semana Nacional dos Museus para descobrir ou redescobrir as riquezas que estão bem perto de você. Leve sua família, converse com os mediadores, prestigie as exposições gratuitas e faça parte deste movimento de valorização do que é nosso. Apoiar a cultura local é investir no futuro e na sensibilidade da nossa sociedade.

Aqui estão algumas sugestões de museus para visitar:

Museu das Amazônias: Localizado no Porto Futuro, foca em ciência, ancestralidade e sustentabilidade, abrigando grandes exposições fotográficas.

Museu Paraense Emílio Goeldi: Um dos centros de pesquisa mais antigos do país, combinando um museu zoológico e arqueológico com um parque botânico a céu aberto no bairro de São Brás.

Museu do Círio: Dedicado à maior manifestação religiosa do estado, localizado na Cidade Velha

Uma oportunidade perfeita para vivenciar esse circuito cultural é visitar a exposição “Trajetórias”, em cartaz no nosso Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém.

A mostra reúne um acervo histórico e valioso, com mais de 60 anos de arte paraense, permitindo ao público mergulhar na evolução das artes visuais do nosso estado e contemplar obras de grandes mestres que ajudaram a moldar a nossa identidade artística ao longo das últimas décadas.

Acompanhe os bastidores de nossas ações de incentivo à arte e veja como impulsionamos o orgulho e a identidade da nossa região. Siga o Banco da Amazônia nas redes sociais!