Acreditamos que a educação e a arte caminham juntas na construção do senso crítico e da cidadania. E foi exatamente essa a essência da ação realizada na tarde da quarta-feira (22/4), quando o Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém, abriu suas portas para receber 40 alunos do curso Técnico em Biblioteconomia do Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (IEEP).
Integrando a programação educativa do espaço, a visita à exposição “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense (1959-2026)” proporcionou aos estudantes uma experiência formativa imersiva, levando o aprendizado além das paredes da sala de aula.
Um mergulho na arte e na história paraense
Durante a tarde, os alunos percorreram os dois andares da exposição em uma visita guiada conduzida pela mediadora Mônica Torres. Ao longo do trajeto, os estudantes puderam compreender o contexto histórico e cultural das obras, vivenciando o espaço como observadores e participantes ativos do cenário artístico.
A ação contou também com o acompanhamento da professora Chimênia Pinheiro, que aproveitou o rico acervo da mostra para promover reflexões complementares com a turma, fortalecendo a ponte entre a teoria acadêmica e a prática cultural.
O poder da mediação cultural
Para a equipe do Centro Cultural Banco da Amazônia, promover esse contato direto com o acervo é fundamental para instigar novas formas de enxergar o mundo.
As exposições de arte, de modo geral, possibilitam enxergar a arte de maneira diferente. Elas nos permitem imaginar, criar e nos expressar de forma mais orgânica, fugindo de modelos rígidos e contribuindo para a construção do senso crítico, destacou a mediadora Mônica Torres.
Do ponto de vista pedagógico, a visita reforça a importância da ocupação dos espaços culturais pela juventude para a consolidação de suas raízes.
O Centro Cultural Banco da Amazônia se constitui como um espaço fundamental para a construção identitária e amazônida. Trazer os alunos para ocupar esse ambiente contribui para o desenvolvimento de um olhar mais sensível, ampliando a percepção e a experiência estética dentro do nosso cenário amazônico, afirmou a professora Chimênia Pinheiro.
Formação de público e relacionamento com a comunidade
A visita dos alunos do IEEP reflete um dos grandes objetivos do Banco da Amazônia com a criação do Centro Cultural: atuar na formação de público e fortalecer o relacionamento com as instituições de ensino da região.
Ao transformar a galeria em uma verdadeira extensão da escola, o Centro Cultural Banco da Amazônia se consolida como um ambiente vivo, onde a vivência dos visitantes ganha protagonismo e a arte cumpre seu papel transformador na sociedade.
Venha nos visitar!
A exposição Trajetórias continua aberta ao público no Centro Cultural Banco da Amazônia (Av. Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém). A entrada é gratuita!
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