A arte produzida no Pará é um organismo vivo, pulsante e cheio de histórias para contar. Se você está em Belém e busca um passeio cultural inspirador, o Centro Cultural Banco da Amazônia tem o convite perfeito: a exposição “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense”.
Vencedora do edital de ocupação 2026–2027, a mostra reúne gerações, quebra paradigmas e celebra a riqueza visual da nossa região. Ainda está na dúvida se deve incluir esse passeio na sua agenda? Separamos três motivos imperdíveis para você visitar nossas galerias.
1. Um mergulho de 60 anos na história da nossa arte
A exposição é um verdadeiro panorama visual que abrange seis décadas de produção artística (1959 a 2025). Com obras de mais de 120 artistas, a mostra foge daquela tradicional “linha do tempo” rígida. Com curadoria de Vânia Leal, o espaço foi organizado como um campo de forças, dividido em três eixos fascinantes:
- Raízes (1959–1979): Onde você poderá observar de perto as obras de nomes que fundamentaram a modernidade paraense, como Ruy Meira e Valdir Sarubbi.
- Rupturas (1980–1999): O período de consolidação de novas linguagens e projeção nacional de talentos como Emmanuel Nassar e Luiz Braga.
- Confluências (2000–2025): Um espaço dedicado à diversidade e às novas vozes que pautam a arte atual, a exemplo de Berna Reale e Marcone Moreira.
2. Uma oportunidade rara: do privado para o público
Um dos pontos mais altos da exposição “Trajetórias” é a democratização do acesso à prestigiada Coleção Eduardo Vasconcelos. Composta por aproximadamente 900 obras, a coleção funciona como um arquivo vivo da nossa identidade. Ao visitar a exposição, o público tem a oportunidade raríssima de acessar presencialmente esse acervo particular, que agora se transforma em um patrimônio compartilhado com toda a sociedade. É o colecionismo atuando diretamente na preservação e difusão da nossa cultura.
3. Uma experiência interativa e totalmente gratuita
A exposição ultrapassa a contemplação das obras nas paredes: propõe um encontro vivo com a educação e a reflexão crítica, promovendo a reparação histórica de artistas muitas vezes silenciados. A programação paralela é rica e acessível a todos, incluindo:
- Visitas mediadas, pensadas para escolas, universidades e grupos.
- Rodas de conversa e oficinas que proporcionam o encontro direto com artistas e curadores.
- Lançamento de um livro-catálogo, contendo o registro completo do acervo exibido, com distribuição gratuita durante o período da exposição.
Tudo isso reafirma o compromisso do Banco da Amazônia como o grande impulsionador da cultura, valorizando a diversidade étnica, social e territorial da nossa região.
Programe-se e venha nos visitar!
- Exposição: “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense”
- Visitação pública: 10 de abril a 14 de junho de 2026
- Local: Centro Cultural Banco da Amazônia (Av. Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém/PA)
- Horários: terça a sexta (10h às 16h); sábado, domingo e feriado (10h às 14h)
- Entrada: Totalmente gratuita
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