A literatura oral e o ato de brincar são ferramentas poderosas para aproximar gerações, estimular a criatividade e manter vivas as nossas raízes. Com essa proposta lúdica e integradora, o Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém (PA), transformou-se em um grande quintal de fantasia no dia 24 de maio, ao acolher a contação de histórias “Pedro Malasartes e o Pé de Casa”, conduzida pela talentosa artista e narradora Ester Sá.

O evento teve como principal missão educar por meio da oralidade e da interação. Ao utilizar os causos tradicionais e o folclore como pontes de expressão artística, a programação reuniu crianças, mães, responsáveis e colaboradores do Banco em uma tarde marcada pelo afeto e pela convivência cultural.

O universo de Pedro Malasartes e a tradição oral

O ponto de partida da apresentação foi o universo dos clássicos contos populares brasileiros. Ester Sá deu vida às aventuras de Pedro Malasartes, lendário personagem conhecido por sua astúcia, humor afiado e pelas confusões em que se envolve, como a divertida tentativa de convencer uma senhora avarenta sobre o valor de um tijolo “especial”.

O espaço foi preparado com uma ambientação lúdica própria, contando com tapetes coloridos para aproximar o público e tecidos que serviram como estímulo a dinâmicas corporais e sensoriais. Entre os temas centrais que guiaram o encontro, destacaram-se:

  • A valorização da cultura popular brasileira e da sabedoria oral;
  • O estímulo à imaginação, à fantasia e ao humor na infância;
  • A importância da escuta ativa e da participação coletiva;
  • O brincar como experiência essencial de socialização e afeto familiar.

Uma jornada de interação e movimento

A dinâmica do encontro foi pensada para conectar os participantes do início ao fim, evoluindo por meio de momentos que misturaram encantamento e descontração:

  1. Abertura acolhedora: Recepção calorosa do público, despertando a curiosidade e aproximando adultos e crianças da proposta da tarde.
  2. Imersão no universo: Contextualização do personagem e introdução à atmosfera divertida dos causos populares.
  3. Desenvolvimento interativo: O desenrolar da história contou com a participação espontânea e colaborativa dos pequenos, que reagiam com risadas e palpites às artimanhas do personagem.
  4. Brincadeiras coletivas: Forte adesão às dinâmicas corporais com tecidos, expandindo a experiência narrativa para o movimento e o toque.
  5. Encerramento afetivo: Um momento descontraído de trocas, fortalecendo os vínculos familiares e o sentimento de pertencimento, finalizado com registros fotográficos memoráveis.

Nos bastidores e em conversas informais, o feedback dos pais e responsáveis confirmou o sucesso da iniciativa. A forte adesão reforçou o papel do Centro Cultural como um ambiente seguro, acolhedor e amplamente acessível para o lazer e o desenvolvimento infantil.

O Banco da Amazônia acredita que investir na infância e valorizar a nossa rica herança cultural são passos fundamentais para construir um amanhã mais integrado e consciente.

Siga o Centro Cultural Banco da Amazônia nas redes sociais!

Palavras-chave: Pedro Malasartes Ester Sá, Centro Cultural Banco da Amazônia, contação de histórias Belém, cultura popular brasileira, programação infantil Belém 2026, literatura oral e brincar