O corpo é o nosso primeiro instrumento de comunicação, presença e descoberta no mundo. Quando unimos o movimento à linguagem lúdica do brincar, abrimos caminhos para a criatividade e a liberdade de expressão em qualquer idade. Com esse propósito educativo, formativo e de sensibilização artística, o Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém (PA), realizou, no dia 24 de maio de 2026, a “Vivência Corpo Brincante”.

Conduzida de forma sensível pela psicóloga infantojuvenil Camila Ferreira, a atividade reuniu crianças, mães, famílias e colaboradores do Banco. Longe de focar em teorias rígidas, o encontro apostou no aprendizado prático, no jogo e na vivência coletiva como ferramentas para fortalecer vínculos afetivos e comunitários.

Memória, sentimentos e liberdade corporal

A essência da vivência foi resgatar a conexão entre o corpo, a memória e o movimento afetivo. Em um espaço preparado com tapetes coloridos e tecidos fluidos para interação, os participantes foram convidados a se desligar da rotina e a explorar novas formas de expressão espontânea.

Durante a tarde, temas fundamentais foram debatidos e vivenciados ao longo das atividades:

  • O valor do brincar para todas as idades e a quebra de barreiras geracionais;
  • A ativação de memórias afetivas por intermédio de lembranças e desenhos da infância;
  • A conquista da liberdade de movimento e da expressão de sentimentos com o corpo;
  • A arte e o jogo coletivo como promotores de saúde emocional e convivência familiar.

Além do mergulho nas dinâmicas corporais, o momento também foi oportuno para compartilhar com as famílias a agenda cultural da semana no Centro Cultural, incentivando a comunidade a manter o hábito de frequentar o espaço.

Uma jornada de sensibilização e afeto

A estrutura do evento foi desenhada para acolher as famílias de forma gradual, permitindo que o clima da sala evoluísse da timidez inicial para um ambiente alegre e reflexivo:

  1. Abertura: Momento de sensibilização e introdução da proposta, deixando os participantes à vontade no ambiente.
  2. Dinâmicas corporais: Atividades de integração baseadas em músicas infantis e populares, quebrando o gelo e aquecendo o corpo.
  3. Brincadeiras coletivas: Jogos focados na expressão corporal livre, nos quais as crianças e os responsáveis interagiam de forma horizontal.
  4. Participação espontânea: O auge do engajamento, com forte adesão do público infantil e das mães nas dinâmicas com tecidos, além de momentos descontraídos de pintura facial.
  5. Encerramento reflexivo: Uma roda de partilha para troca de experiências sobre o que foi experimentado e vivido, finalizada com um registro fotográfico coletivo.

Nos bastidores, o clima de camaradagem e os comentários informais validaram o sucesso do encontro. O público destacou o quanto a atividade proporcionou um ambiente acolhedor e leve, reforçando a percepção do Centro Cultural como um polo de lazer seguro, inclusivo e acessível para toda a população rondoniense e paraense.

O Banco da Amazônia compreende que apoiar a cultura e o bem-estar familiar é essencial para o desenvolvimento humano na nossa região. Queremos que você e sua família façam parte das nossas próximas experiências artísticas.

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