A construção de um ambiente de trabalho mais justo, diverso e inclusivo acaba de conquistar o seu maior reconhecimento institucional. O Banco da Amazônia recebeu, pela primeira vez em sua história, o Selo do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça.

A certificação oficial da 7ª edição do programa ocorreu em cerimônia solene realizada em Brasília (DF), no auditório do Instituto Serzedello Corrêa. Na ocasião, o Banco foi representado por uma comitiva de colaboradores: Thais Sousa Gomes (coordenadora interina da CQUAV), Helena Zenaide Galvão Dias (analista sênior) e Diego Santos Lima (diretor da Dicop).

O selo consolida o papel do Banco da Amazônia não apenas como o principal motor econômico da Região Norte, mas também como uma instituição que lidera pelo exemplo, transformando políticas de igualdade e respeito em práticas corporativas diárias.

O que significa o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça?

Coordenado pelo Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, o Ministério do Trabalho e Emprego, a ONU Mulheres e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o programa completou 21 anos de existência. A iniciativa consolidou-se como a principal política pública de indução de boas práticas corporativas e igualdade no mercado formal de trabalho no Brasil.

Nesta edição, o Banco da Amazônia destacou-se em um grupo seleto de apenas 80 empresas, de diferentes setores econômicos do país, certificadas. Para conquistar o selo, a instituição passou por um rigoroso ciclo de dois anos de implementação e monitoramento de um plano de ação contínuo voltado para:

  • A valorização da diversidade no ambiente interno;
  • A ampliação da participação de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança;
  • A eliminação de assimetrias críticas e barreiras no plano de carreira.

Redução da desigualdade salarial e apoio à cidadania

A adesão a programas como o Pró-Equidade gera não apenas ganho reputacional, mas também impactos sociais e econômicos mensuráveis. De acordo com dados levantados pela Secretaria Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados (Senaec), as empresas participantes do programa registram desigualdade salarial entre homens e mulheres 26,2% menor do que a média nacional. Enquanto a diferença salarial média no Brasil é de 20,9%, nas empresas certificadas esse índice cai para 15,43%.

O programa também atua de forma alinhada às diretrizes da Lei da Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023) e da Política Nacional de Cuidados (Lei nº 15.069/2024), promovendo ações estruturais de bem-estar, tais como:

  • Extensão de licenças-maternidade e paternidade;
  • Oferta e fortalecimento do auxílio-creche;
  • Flexibilização das jornadas de trabalho para conciliação familiar;
  • Ações permanentes de enfrentamento e prevenção à violência contra as mulheres.

O DNA da diversidade na Amazônia 

Para o Banco da Amazônia, receber essa certificação reforça o cumprimento direto de seus valores institucionais: Transparência, Ética, Inovação, Diversidade e Sustentabilidade. Em uma região marcada por sua pluralidade cultural e social, promover a igualdade de oportunidades dentro das agências e dos escritórios reflete o compromisso do Banco com o desenvolvimento humano do território.

Ambientes corporativos mais diversos são comprovadamente mais inovadores, acolhedores e produtivos. Esta conquista histórica é um marco que impulsiona o Banco a continuar aprimorando suas políticas de governança e responsabilidade social (ESG), construindo uma instituição financeira cada vez mais aberta para o futuro de todas e todos.

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