No dia 13 de junho, o Foyer do Centro Cultural Banco da Amazônia abriu suas portas para receber entusiastas das artes visuais em uma jornada prática de aprendizado e expressão. A oficina “Desenho: Perspectiva e Composição” reuniu pessoas apaixonadas por ilustrar e participantes que já acompanham e frequentam as atividades artísticas do nosso espaço.
Sob o comando da ministrante Luiza Fonseca, o encontro teve como grande objetivo instruir os alunos a dominarem a profundidade espacial e o equilíbrio visual em suas produções, elevando o nível de suas técnicas gráficas.
Dominando a profundidade e o equilíbrio visual
Durante o encontro, duas técnicas intermediárias fundamentais regeram as atividades:
- Perspectiva: Apresentada de forma prática como a ferramenta ideal para criar a ilusão de profundidade, volume e espaço tridimensional em uma folha de papel bidimensional. É o segredo para construir cenários, objetos e paisagens urbanas de maneira realista.
- Composição: Trabalhada como a arte de organizar e distribuir os elementos visuais dentro da folha. Os participantes aprenderam a posicionar suas linhas e formas buscando harmonia, peso visual equilibrado e uma comunicação mais clara da sua ideia artística.
Passo a passo: a cronologia da oficina
A dinâmica do evento foi estruturada em cinco momentos bem definidos, que ditaram o ritmo de concentração e descontração na sala:
- Abertura e contexto: Luiza Fonseca iniciou o dia com explicações teóricas descomplicadas sobre os conceitos visuais.
- Atividade de proporção: Os alunos colocaram o grafite no papel no primeiro exercício focado em entender as relações de tamanho e escala dos objetos.
- Mentoria e assistência: Um momento de forte interação, em que a ministrante passou de mesa em mesa oferecendo suporte individual, corrigindo traços e refinando as técnicas dos participantes.
- Atividade de aspecto: O segundo bloco prático desafiou o público a aplicar a perspectiva de forma livre, trabalhando o visual e a volumetria dos desenhos.
- Socialização dos resultados: O encerramento foi marcado pela exposição dos desenhos produzidos. Embora a participação tenha sido mediana em número de pessoas, o nível técnico e a qualidade das produções finais superaram as expectativas.
Bastidores: o desejo de fazer a arte crescer
Nos intervalos e conversas informais de bastidores, o sentimento do público era de total satisfação.
Muitos relataram o desejo de continuar estudando novas técnicas e ressaltaram o quanto a região precisa de espaços acessíveis que incentivem a criatividade e a troca de experiências entre artistas locais.
O encerramento da oficina deixou claro que o aprendizado não para por aqui, e os participantes demonstraram grande interesse em retornar para futuros módulos e novos encontros artísticos.
O Centro Cultural Banco da Amazônia segue de portas abertas para conectar você a novas formas de ver, pensar e produzir cultura em nosso território!
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