O Carnaval é o momento de maior efervescência cultural e econômica da nossa região, mas os números acendem um alerta para o folião.

Para 2026, com a sofisticação das ferramentas digitais, a previsão é de um aumento nas tentativas de fraude, tornando a atenção o item mais importante da sua fantasia.

Por que o Carnaval é o alvo perfeito para golpistas?

A dinâmica dos blocos de rua e das aglomerações cria o ambiente ideal para criminosos. O barulho alto impede a comunicação clara, a pressa para voltar à diversão diminui a atenção, e a presença de vendedores não credenciados facilita o uso de maquininhas registradas em nome de terceiros.

Esses dispositivos são baratos e difíceis de rastrear pelas autoridades. O foco dos golpistas geralmente são itens de consumo rápido, como bebidas e acessórios, onde a transação precisa ser ágil e o comprador raramente pede o comprovante físico.

Estratégias de proteção para o comprador

Para curtir a folia sem ressaca financeira, a preparação começa antes de sair de casa. Uma das táticas mais eficazes é o uso de carteiras digitais. Como elas exigem biometria ou reconhecimento facial para liberar o pagamento, impedem que o golpista visualize sua senha ou utilize o cartão físico para trocas.

Outra medida essencial é a configuração de limites diários. O banco permite que você reduza instantaneamente o valor máximo de transferências via Pix e compras no débito; faça isso antes de entrar no bloco.

Além disso, desative o pagamento por aproximação (NFC) do seu cartão físico se for levá-lo no bolso ou em doleiras. Criminosos podem aproximar máquinas de bolsas e bolsos em locais muito cheios para realizar cobranças indevidas sem que você perceba.

Se for utilizar o cartão físico na máquina, nunca o entregue ao vendedor. Segure o cartão você mesmo, insira ou aproxime, e confira o nome do recebedor que aparece na tela do equipamento.

O papel do vendedor legítimo na segurança

A segurança no Carnaval também passa pelo empreendedor. Ambulantes honestos perdem credibilidade e vendas por causa da atuação de golpistas.

Para se proteger e passar confiança ao cliente, o vendedor deve priorizar maquininhas de operadoras consolidadas e manter o equipamento sempre visível e com o visor limpo.

Uma alternativa excelente é o uso do QR Code fixo para Pix. Ao exibir um código impresso na sua caixa térmica ou barraca, você evita que o cliente tenha que digitar dados manualmente, reduzindo erros e garantindo que o dinheiro caia na conta correta de forma instantânea e segura.

Fui vítima de um golpe: o que fazer agora?

Se, apesar de todos os cuidados, você perceber uma movimentação estranha, o tempo é o seu maior aliado. O primeiro passo é o bloqueio imediato dos cartões e das funções de transferência pelo aplicativo do seu banco.

Muitas instituições permitem um bloqueio temporário que pode ser revertido caso o problema seja esclarecido. Em seguida, entre em contato com o canal de atendimento oficial para contestar a transação.

Monitore seu extrato detalhadamente nos 30 dias seguintes e, se possível, procure a operadora da maquininha utilizada no golpe para tentar o estorno da transação.

O Banco da Amazônia está ao seu lado para garantir que sua única preocupação seja o ritmo da música. Com atenção redobrada e o uso das ferramentas de segurança do seu app, você protege seu patrimônio e garante que a alegria da festa dure o ano inteiro.

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