Produtos da bioeconomia produzida pela Cooperacre, cliente que anda lado a lado do Banco da Amazônia desde o começo, transformam a rica biodiversidade da Amazônia em fontes de renda sustentável para milhares de famílias extrativistas, sem derrubar um único centímetro de floresta.
A cooperativa, referência nacional em sociobioeconomia, beneficia castanha-do-Brasil, borracha natural, palmito de pupunha, óleos vegetais e polpas de frutas, gerando R$73 milhões em 2023 e exportando para 11 países.
Este conteúdo mostra como esses produtos unem desenvolvimento econômico, justiça social e preservação ambiental, provando que a Amazônia é potência global quando preservação e progresso andam juntos – em sintonia com a missão do Banco da Amazônia.
Castanha, Borracha, Pupunha: produtos que mudam a Amazônia
Antes de entender mais sobre os produtos, entenda o impacto: Cooperacre atende 2,5 mil famílias diretamente, preserva 5 milhões de hectares e reduz emissões de carbono via economia de baixo carbono.
Na região, onde o extrativismo tradicional enfrenta desafios logísticos, a cooperativa agrega valor com processamento moderno, certificações orgânicas e rastreabilidade total, elevando renda em até 60% vs. venda in natura.
Fórmula essencial de 3 perguntas para apoiar essa potência:
- Esse produto gera renda real para extrativistas? (Cooperacre paga premium por coleta sustentável?)
- Preserva saberes ancestrais e floresta? (seringueiros mantêm cultura viva?)
- Alinha com bioeconomia escalável? (exportações financiam futuro verde?
Castanha-do-Brasil: alimento que fortalece imunidade e comunidades
A castanha-do-Brasil lidera os produtos da Cooperacre, com 1.200 toneladas/ano processadas em unidades orgânicas, rica em selênio – 1 unidade diária supre 100% da necessidade humana.
Benefícios sociais e econômicos: Gera R$24,5 milhões anuais para 1.000 famílias em reservas extrativistas, valorizando a coleta tradicional e criando empregos em beneficiamento.
Benefícios ambientais: Preserva castanhais nativos, absorvendo CO2 e evitando desmate; exportada para Europa e Ásia como orgânica premium.
Saúde comprovada: Antioxidante contra câncer e envelhecimento, reduz colesterol LDL e melhora função cerebral com ômega-3.

Borracha natural: matéria-prima verde para indústrias globais
Cooperacre processa 720 toneladas/ano de látex em Granulado Escuro Brasileiro (GEB), maior compradora no Norte, fornecendo para pneus e luvas biodegradáveis.
Benefícios sociais e econômicos: R$8,6 milhões injetados em seringueiros do Acre, RO e AM, preservando ofício ancestral e gerando estabilidade fora da sazonalidade agrícola.
Benefícios ambientais: Alternativa ao petróleo sintético, biodegradável e com captura de carbono em seringais; reduz pegada ecológica em 70% vs. borracha fóssil.

Palmito de Pupunha: proteína vegetal da biodiversidade nativa
Extraído da palma pupunha sem corte de árvores adultas, o palmito da Cooperacre chega em conserva premium para mercados veganos e gourmet.
Benefícios sociais e econômicos: Renda extra para cooperados em reservas, com multiplicador de 3x via processamento; valoriza saberes indígenas de manejo sustentável.
Benefícios ambientais: Manejo agroflorestal mantém equilíbrio ecológico, promovendo regeneração natural da floresta.
Saúde em foco: Rico em fibras contra prisão de ventre, betacaroteno para visão e pele, regula glicemia – ideal para dietas low-carb.

Óleos vegetais: essências tropicais para bem-estar e cosméticos
Óleos de andiroba, copaíba e pracaxi da Cooperacre extraem propriedades medicinais da floresta e são usados em farmácia e dermocosméticos.
Benefícios sociais e econômicos: Extrativistas ganham por litro processado, com treinamento em destilação tradicional; exportações elevam valor em 50%.
Benefícios ambientais: Coleta seletiva preserva árvores-mãe, contribuindo para bioeconomia de serviços ecossistêmicos.
Aplicações: Anti-inflamatório (copaíba), cicatrizante (andiroba), emoliente (pracaxi) – comprovados por estudos amazônicos.

Polpas de frutas tropicais: vitaminas congeladas da Amazônia
Nova agroindústria da Cooperacre processa 10 espécies (açaí, cupuaçu, cajá) em 10 milhões kg/ano, sem conservantes, para sucos, shakes e sobremesas saudáveis.
Benefícios sociais e econômicos: Renda sazonal estável para 500 famílias, com contratos diretos e treinamento em colheita ética.
Benefícios ambientais: Fruticultura nativa evita conversão de área; capacidade de armazenamento preserva safra excessiva.
Nutrição explosiva: Vitaminas C/A, fibras e antioxidantes regulam intestino, imunidade e glicemia.

Evite genéricos sem origem: sem certificação, rastreio ou impacto social comprovado. Produtos Cooperacre provam: Amazônia gera riqueza preservando a floresta.
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