Com curadoria dos arquitetos Marcelo Rosenbaum e Fernando Serapião, a mostra reúne 13 projetos arquitetônicos que dialogam com saberes ancestrais dos povos tradicionais da Amazônia e da América Latina.
Com enfoque nas relações entre construção, território e natureza, “Habitar a Floresta” propõe um olhar sensível para o modo de viver amazônico e para novas formas de existir em harmonia com a floresta. Esta semana é a última chance de vivenciar a exposição.
“Banzeiro” e “Palavras para o futuro” também se despedem
Instalada na entrada do Centro Cultural, “Banzeiro” transforma o espaço em um túnel de projeções inspirado nos rios amazônicos. Com imagens, sons e palavras que evocam correntezas, fluxos e memórias da região, a obra da artista Roberta Carvalho cria um ambiente de grande impacto visual e emocional.
Já a instalação “Palavras para o futuro” de Keyla Sobral, com curadoria de Orlando Maneschy, apresenta uma série de frases-poema que tratam de esperança, diversidade e futuro. As palavras, espalhadas pelo espaço, criam um percurso reflexivo que convida o visitante a imaginar novos caminhos possíveis para a Amazônia.
As instalações ficarão disponíveis somente até o dia 02 de março.
Aproveite para visitar as demais galerias
“Clima: O Novo Anormal” segue até Habitar a Floresta”na galeria 3. A exposição apresenta conteúdos visuais e interativos que abordam os desafios ambientais do presente e os possíveis futuros do planeta.
Já a nova exposição “Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak” segue até 22/02/2026 na Galeria 1. A mostra reúne 82 fotografias inéditas no Brasil, registradas pelo fotógrafo japonês Hiromi Nagakura durante viagens pela Amazônia ao lado de Ailton Krenak entre 1993 e 1998.
Visite a exposição que redefine o habitar amazônico
Habitar a Floresta permanece em cartaz no Centro Cultural Banco da Amazônia com entrada gratuita:
Terça a sexta-feira: 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados: 10h às 14h
A mostra oferece a profissionais de arquitetura, urbanistas, estudantes e público geral a oportunidade única de experienciar 13 formas concretas e viáveis de habitar a floresta respeitando seus ecossistemas complexos, povos originários e saberes milenares.
Centro Cultural como plataforma de pensamento crítico amazônico
O evento reforça o papel institucional do Centro Cultural Banco da Amazônia como espaço dedicado à escuta ativa e ao pensamento crítico sobre os desafios contemporâneos da região. Ao articular academia, profissionais da arquitetura e sociedade civil, o centro se posiciona como plataforma estratégica para debates que reverberam em políticas públicas e práticas profissionais.
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