Quando as férias chegam, a pergunta se repete em muitas casas: como ocupar o tempo livre de crianças e adolescentes de forma leve, divertida e, ao mesmo tempo, enriquecedora? Em Belém, uma das respostas passa pelo Centro Cultural Banco da Amazônia, um espaço onde arte, cultura, meio ambiente e identidade amazônica se encontram de maneira acessível.

Visitar exposições durante as férias é uma oportunidade de ampliar repertório, estimular o pensamento crítico e despertar a curiosidade sobre o mundo. No Centro Cultural Banco da Amazônia, cada galeria propõe experiências que dialogam com diferentes faixas etárias, convidando o público a observar, refletir e sentir a Amazônia sob múltiplos olhares.

As exposições em cartaz foram pensadas para públicos diversos e têm classificação livre, o que torna o passeio ideal para famílias, grupos e visitantes de todas as idades. Confira:

1. “Uma Belém no olhar de alguém”

Logo na entrada, o público é recebido pela exposição “Uma Belém no olhar de alguém”, com curadoria de Emanuel Franco.

O hall de entrada se transforma em um espaço de observação sensível da cidade, revelando paisagens, detalhes e sentimentos que muitas vezes passam despercebidos na rotina.

Para crianças e adolescentes, a mostra funciona como um convite a olhar a cidade com mais atenção, com estímulo à percepção urbana, à memória e ao entendimento de Belém como um organismo vivo, cheio de histórias e contrastes.

2. “Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak”

Na Galeria 1, a exposição “Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak” propõe uma jornada visual e reflexiva sobre a floresta e seus povos. Com curadoria de Ailton Krenak, a mostra reúne registros do fotógrafo japonês em uma viagem junto a Ailton pelo território amazônico.

Para os jovens, a experiência pode ser especialmente transformadora, pois conecta imagem, território e pensamento indígena. A exposição pode ainda ampliar a compreensão sobre diversidade cultural, preservação ambiental e a relação entre humanidade e natureza, temas cada vez mais urgentes no debate contemporâneo.

3. “Habitar a Floresta”

Com curadoria de Marcelo Rosenbaum e Fernando Serapião, ocupa a Galeria 2 com uma proposta que une design, arquitetura, saberes tradicionais e modos de viver amazônicos. A exposição apresenta soluções criativas e sustentáveis que dialogam com o cotidiano das comunidades da floresta.

Para crianças e adolescentes, a mostra desperta o interesse pelo morar, construir e conviver com o meio ambiente. É um convite à imaginação e ao pensamento sobre futuro, sustentabilidade e inovação a partir da realidade amazônica.

4. “Clima: o Novo Anormal”

Na Galeria 3, a exposição “Clima: o Novo Anormal”, com curadoria de Cláudio Ângelo e direção de Fernando Meirelles, aborda de forma clara e impactante as mudanças climáticas e seus efeitos no planeta. A linguagem acessível e os recursos interativos ajudam a traduzir um tema complexo, tornando-o compreensível para públicos jovens.

A mostra estimula a reflexão sobre responsabilidade coletiva, ciência, escolhas individuais e o papel de cada geração na construção de um futuro mais equilibrado. Uma programação essencial para formar cidadãos conscientes desde cedo.

5. Um passeio que fica na memória

Visitar o Centro Cultural Banco da Amazônia durante as férias é criar memórias afetivas ligadas à arte e ao conhecimento. É mostrar para crianças e adolescentes que museus e centros culturais são espaços vivos, acolhedores e cheios de histórias para contar.

Em um único lugar, o público pode encontrar fotografia, pensamento indígena, design, sustentabilidade, cidade e clima, tudo conectado pela força da Amazônia e pela valorização da cultura como ferramenta de transformação.

Acompanhe o Centro Cultural Banco da Amazônia

Quer ficar por dentro da programação cultural, exposições e iniciativas que valorizam a Amazônia e sua diversidade? Acompanhe o perfil @bancoamazoniacultural e descubra como arte, cultura e desenvolvimento caminham juntos.