Quem vive por aqui sabe que o nosso vocabulário têm palavras que carregam história, sotaque e um jeito muito específico de descrever o dia a dia.

No Banco da Amazônia, temos orgulho de conhecer cada canto desta região e, principalmente, de valorizar a cultura que nos une. Por isso, separamos quatro expressões que fazem parte do cotidiano da nossa gente.

Confira os significados e como usamos essas palavras:

O que significa: Encostar de leve ou tocar rapidinho em algo.

No dia a dia: É aquele aviso clássico quando algo acaba de sair do fogo: “Não trisca nisso que ainda tá quente!”. Uma forma rápida de definir um contato físico imediato.

O que significa: Sair do lugar, afastar-se ou dar espaço.

No dia a dia: Muito comum para pedir licença no transporte público ou em reuniões de família: “Arreda um pouquinho pro pessoal passar”. É o nosso jeito prático de abrir caminho.

O que significa: Quebrar, estragar, desorganizar ou desmontar algo completamente.

No dia a dia: Quando algo para de funcionar de vez, a descrição é certeira: “Esbandalhou o ventilador todinho!”. É uma palavra expressiva, que define o estrago total.

O que significa: Cheiro forte e característico, geralmente associado a peixe ou ambientes úmidos.

No dia a dia: Essencial na culinária e no cotidiano da beira do rio: “Esse peixe tá com pitiú!”. Uma expressão sensorial que faz parte da nossa vivência regional.

Valorizando a nossa cultura

Essas expressões não são só gírias, são símbolos de uma cultura vibrante que o Banco da Amazônia ajuda a desenvolver todos os dias, financiando sonhos e impulsionando a economia local.

Acreditamos que investir no Norte é, acima de tudo, valorizar a nossa gente. Por isso, nossa atuação cultural vai além das fronteiras físicas: através de editais de patrocínio e apoio a projetos regionais, fomentamos a arte contemporânea e as raízes profundas de cada estado amazônico, garantindo legitimidade social e diferenciação de marca em todo o território.

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