O Dia Nacional da Luta dos Povos Indígenas, reconhece a resistência histórica e o papel fundamental dos povos originários na proteção da Amazônia. O Banco da Amazônia celebra essa força ancestral e, através do PRONAF – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, fortalece o protagonismo indígena na construção de um futuro sustentável para a região.

Guardiões ancestrais da floresta

Muito antes do debate ambiental ganhar dimensão global, os povos indígenas da Amazônia Legal já exerciam, na prática, seu papel de guardiões dos territórios.

Com saberes milenares transmitidos de geração em geração, preservam florestas, rios e biodiversidade através de práticas produtivas que evitam o desperdício da água, protegem a fauna nativa e impedem o esgotamento do solo.

Esse equilíbrio perfeito entre produção e conservação representa soluções concretas para o enfrentamento das mudanças climáticas, provando que a sustentabilidade não é moda recente, mas modo de vida ancestral.

PRONAF: autonomia produtiva indígena na Amazônia Legal

O PRONAF se consolida como instrumento estratégico para potencializar esse protagonismo indígena. Na Amazônia Legal, o Banco da Amazônia viabiliza acesso ao crédito rural sustentável para indígenas residentes em terras declaradas ou homologadas, especialmente através do PRONAF A, voltado ao desenvolvimento de atividades produtivas que geram renda e fortalecem a economia local sem comprometer o meio ambiente.

O acesso ao programa é simples e ocorre mediante o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou a Declaração de Aptidão ao PRONAF (DAP). Entre as atividades financiadas estão o agroextrativismo sustentável de castanha-do-pará e açaí, criação ecológica de peixes nativos em tanques-rede, sistemas agroflorestais com frutíferas nativas e plantas medicinais, além da certificação de artesanato indígena produzido com fibras, cerâmica e sementes da floresta.

Impactos nas comunidades

Os resultados do PRONAF indígena são transformadores em múltiplas dimensões. Famílias indígenas ganham autonomia econômica ao gerar renda própria com produtos certificados que chegam aos mercados urbanos.

A produção respeita os limites naturais da floresta, preservando sua capacidade regenerativa para as próximas gerações.

Mulheres e jovens indígenas tornam-se empreendedores, ampliando a inclusão produtiva nas comunidades. E o ciclo se completa quando esses produtos sustentáveis ganham espaço nas gôndolas.

A Solange, do povo Paiter Suruí é um desses exemplos, provando que mulheres indígenas têm capacidade de competir e vencer. Conheça sua história:

Banco da Amazônia: parceiro estratégico dos povos indígenas

Ao investir na produção indígena através do PRONAF, o Banco da Amazônia promove autonomia produtiva, inclusão econômica e preservação ambiental estratégica.

Os povos originários não são apenas aliados na proteção da floresta – são protagonistas essenciais nesse processo, trazendo sabedoria milenar para soluções contemporâneas.

Essa parceria reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal, onde tradição e modernidade constroem juntos um futuro próspero.

O Dia Nacional da Luta dos Povos Indígenas é momento de reconhecer, apoiar e fortalecer quem, há gerações, protege a Amazônia e aponta caminhos para a sustentabilidade.

Banco da Amazônia. Sonhar. Mover. Impactar.