Completando 410 anos no dia 12 de janeiro, a capital paraense se renova como referência cultural, social e econômica na Amazônia. Nessa trajetória longa e multifacetada, um dos protagonistas institucionais que acompanha o desenvolvimento da cidade e da região é o Banco da Amazônia.
A relação que liga Belém ao Banco é antiga e profunda: foi aqui, na capital paraense, que ele foi fundado, cresceu e mantém até hoje sua sede e presença estratégica para toda a Amazônia Legal. Vem conferir com a gente um pouco dessa história!

Praça da República em Outubro de 1940. Fonte: Coleção Getúlio Vargas – Museu da República/IBRAM
Uma história que se entrelaça ao desenvolvimento
Belém sempre foi mais do que um endereço físico para o Banco. Situada na confluência entre a floresta e o mar, Belém foi porta de entrada para o ciclo da borracha e depois se consolidou como centro regional de comércio, serviços e circulação de pessoas e ideias. O Banco da Amazônia se estabeleceu aqui e desde então essa cidade acompanha sua trajetória de expansão e transformação.
Desde sua criação em 9 de julho de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, o Banco surgiu para atender a uma necessidade emergente dessa nova economia amazônica. Criado pelo Decreto-Lei nº 4.451 como Banco de Crédito da Borracha, sua missão inicial era financiar a produção de borracha e os seringais da região, para abastecer os países aliados durante a guerra.

Capa da Publicação “O mês nacional da borracha e o banco de crédito da borracha”, 1943. Fonte: FCP – PA
Ao longo das décadas, o Banco da Amazônia ampliou sua atuação para além do financiamento da borracha e passou a ser um dos principais agentes financeiros de fomento da região amazônica, apoiando infraestrutura, agricultura familiar, pequenos negócios, inovação e sustentabilidade. Ele opera como o gestor exclusivo do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), um dos principais instrumentos de crédito para o desenvolvimento da Amazônia Legal.
O impacto dessa atuação reverbera diretamente no cotidiano de Belém e de toda a região. Com mais de 120 agências distribuídas nos nove estados da Amazônia Legal e presença também em Brasília e São Paulo, o Banco atua como um elo entre o investimento e as pessoas.
Cultura e identidade: um novo capítulo na história de Belém
Mais recentemente, a relação entre Belém e o Banco da Amazônia ganhou uma dimensão ainda mais concreta. Em 2025, foi inaugurado o Centro Cultural Banco da Amazônia, instalado no prédio histórico da sede, na Avenida Presidente Vargas, coração cultural da cidade.
O espaço foi projetado para ser um equipamento cultural de referência, com galerias, auditório, biblioteca e áreas de formação e circulação artística no coração da cidade, reforçando o compromisso institucional com a Amazônia como território de criação, conhecimento e inovação, abrindo espaço para exposições, debates, oficinas e atividades.
A inauguração do Centro Cultural foi celebrada por autoridades e artistas como um marco de valorização da expressão amazônica, posicionando a sede em Belém não apenas como um local de atuação financeira, mas como uborrm polo cultural, urbano e simbólico para toda a região.
Um vínculo que cresce com a cidade
A trajetória do Banco da Amazônia está intrinsecamente ligada à história de Belém, porque compartilha com a cidade uma narrativa de desenvolvimento econômico, fortalecimento da identidade regional e de forte incentivo à cultura, formação e mobilização social.
Mais do que uma instituição financeira, o Banco da Amazônia se tornou parte da narrativa urbana e cultural de Belém, reafirmando sua missão de desenvolver a Amazônia em todas as suas dimensões: econômica, social, ambiental e agora também cultural.
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